Foto: arquivo pessoal

Conheça Buga, brasiliense campeão mundial de Jiu-Jitsu

O Jiu-Jitsu é uma modalidade de luta ainda em crescimento no país– muito conhecido graças a família Gracie -, mas já amado e praticado por muitos brasileiros. O Brasil tem excelentes atletas na modalidade, nomes fortes nas Artes Marciais Mistas (MMA), e .um grande exemplo atualmente é Charles do Bronx, que recentemente se tornou o campeão do peso-leve no UFC.

E no DF não é diferente. Dierley Rodrigues, conhecido como Buga, é um atleta experiente, de 44 anos, e que já é campeão de diversos torneios, sendo o último deles o Sul-Americano NoGi (ocorrido nos dias 24 e 25 de abril), quando terminou em primeiro lugar absoluto e terceiro lugar geral em sua categoria (faixa preta master 3 pesadíssimo).

Foto: arquivo pessoal

Além dessas conquistas, Buga também é cinco vezes campeão mundial, bicampeão brasileiro e muito mais. E ele vem se preparando para o Rio Winter, que ocorrerá no final desse mês de junho, entre os dias 24 e 27. Além desse torneio, o lutador também está se preparando para o Campeonato Brasileiro em julho, entre outras competições.

O DFSports+ entrou em contato com Buga para saber mais sobre a sua paixão pelo Jiu-Jitsu, suas conquistas e expectativas.

  • Há quantos anos você pratica o Jiu-Jitsu?

Eu tenho 44 anos, e treino Jiu-Jitsu desde os 22. Ganhei a faixa preta em quatro anos de prática, ainda em 2004, e já são 17 anos nessa faixa, lutando pela categoria master 3 pesadíssimo.

  • Da onde vem essa paixão pela modalidade?

Sempre pratiquei esportes. Treinei caratê na adolescência, joguei basquete, e resolvi treinar jiu-jitsu, naquela febre da década de 90. E com 15 dias de treino, já consegui ganhar o meu primeiro campeonato, foi amor no primeiro treino! De lá para cá, fui campeão em todos os grandes campeonatos, e também formei vários professores e campeões.

  • Você tem um grande histórico de vitórias. Tem alguma que considera mais importante ou marcante?

O primeiro mundial em 2001 de faixa azul. Um ano antes, fui lutar o mesmo campeonato e perdi na primeira luta. Pensei em parar, mas meu Mestre não desistiu de mim, e voltei em 2001. Fui campeão na categoria e vice no absoluto. Fiz 11 lutas neste dia e perdi apenas uma.

  • Você tem outras suas ambições? Onde pretende chegar?

Eu ainda pretendo lutar alguns campeonatos fora do país. Quero lutar o Europeu, Pan-americano e Mundial Master. Esses dois últimos sediados nos Estados Unidos.

Gabriel Albuquerque

Nortista de alma, candango de coração. Estudante de Jornalismo, botafoguense e apaixonado por esporte — em especial, pelo futebol nosso de cada dia.

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