Foto: Secretaria de Esporte do DF

Após jogo do Flamengo, CBF estuda a volta do público aos estádios de todo o país

É oficial, após 16 meses sem público nos estádios, a CBF confirmou, por meio de nota enviada às federações, que está intensificando os estudos com o objetivo de elaborar um projeto piloto para o retorno dos torcedores às arquibancadas de todo o país a partir das quartas de final da Copa do Brasil.

“A CBF compreende a importância desta medida tanto para a beleza e a emoção do espetáculo, quanto para as finanças dos clubes envolvidos”, afirmou a nota. Além disso, o documento também pediu a colaboração das federações de futebol no que se refere ao contato com as autoridades públicas de saúde dos estados e municípios.

Jogo no Mané Garrincha

Já nesta quarta (21), o Flamengo terá a oportunidade de ver seus torcedores em campo pela primeira vez após longo período apenas ouvindo os gritos por meio das caixas de som dos estádios. Sem conseguir a autorização no Rio de Janeiro, o clube carioca optou por mandar a partida contra o Defensa Y Justicia no Mané Garrincha, onde conseguiu a liberação de 25% da capacidade do estádio.

Para entrar no estádio, o torcedor precisa estar com a vacinação completa (as duas doses), ou apresentar o teste RT-PCR negativo realizado em até 48h antes da partida. Até o começo da tarde desta terça (20), apenas 5 mil ingressos dos 18 mil disponibilizados tinham sido vendidos.

Desde o início da pandemia, apenas a final da Libertadores 2020, realizada no Maracanã entre Santos e Palmeiras, contou com a presença de público no estádio – 7 mil convidados com testes negativos compareceram ao estádio.

Futebol candango

Na última semana, após a confirmação do jogo do Flamengo com público em Brasília, o Gama se pronunciou pedindo a volta dos torcedores aos estádios também em seus jogos, principalmente para o retorno de receitas de bilheteria.

No lado amarelo do DF, a vice-presidente Luiza Estevão publicou em seu Twitter pessoal sua opinião. “Quero torcida de volta nos estádios o quanto antes, mas não sou profissional de saúde, não cabe a mim dizer quando é seguro voltar, e sim aos órgãos de saúde e ao governo. Meu trabalho é seguir as orientações”, completou.

Camila Bairros

Jornalista pós-graduada em jornalismo digital. Escrevo sobre o esporte candango e nas horas vagas assisto mais futebol

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