Alto custo preocupa clubes do Candangão Feminino

Foi realizado na tarde desta terça-feira (29) a reunião dos representantes dos clubes interessados na disputa do Candangão Feminino 2020. Dirigentes do Minas Brasília, Cresspom, Gama, Samambaia, Ceilândia e Paranoá se fizeram presentes para discutirem as diretrizes da competição. Apesar de não estarem presentes, Luziânia e Real Brasília manifestaram interesse em competir.

Com data provável para ocorrer no início de novembro, o Candangão Feminino deste ano ficará marcado pelo aumento das despesas dos clubes. Estes serão obrigados a submeter seus atletas a testes de detecção de COVID a cada 15 dias. Além disso, a taxa de arbitragem sofreu um acréscimo considerável para bancar um Delegado para cada partida, que ficará responsável por fiscalizar o cumprimento dos protocolos.

A decisão final somente sairá no dia 7 do mês que vem, último dia para que as equipes assinem o termo de responsabilidade concordando com o regulamento e a diretriz de segurança. Mas a possibilidade de que aconteça uma debandada dos clubes menores é grande, já que dispõem de pouco investimento.

Em 2019 oito clubes disputaram o Candangão Feminino. Todos se enfrentaram em jogos só de ida e os quatro primeiros colocados se classificaram para as semifinais. O Real Brasília conquistou de forma inédita a competição ao bater o Minas Brasília. O primeiro hoje é o representante do DF no Campeonato Brasileiro da Série A2 enquanto o segundo joga a Série A1, a primeira divisão nacional.

Marcelo Gonçalo

Formado em Sistemas de Informação, optou pela carreira de Jornalismo a partir de 2008. Jornalista, comentarista e narrador esportivo, foi o principal repórter do site BloGama até 2018.

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