Ceilandense e Paranoá ficam no empate e tabela da Segundinha segue embolada

Pela terceira rodada da Segundinha, Ceilandense e Paranoá se enfrentaram no estádio Abadião. As duas equipes, que sonhavam em encostar na ponta da tabela, ficaram somente no empate por 1 x 1. O primeiro tempo teve leve superioridade do time da casa, que abriu o placar com Mirandinha. A Cobra Sucuri dominou todo o segundo tempo, e buscou o empate com o gol de Klysman, cobrando pênalti.

O jogo começou muito estudado pelas equipes. O Ceilandense pressionava no campo de ataque e o Paranoá apostava nos contra-golpes, mas ambos não criavam chances claras de gol. A primeira finalização saiu aos sete minutos. Reis arriscou de fora da área, mas a bola saiu muito acima da meta do Ceilandense.

A resposta do time rubro-negro veio só aos 12’. Mirandinha arrematou na entrada na área e a bola saiu tirando tinta da trave. Lá e cá, o jogo começava a ficar acelerado. Aos 17’, em um cruzamento pela direita, Eduardo cabeceou para o gol. Kabrine, quase que em cima da linha, evitou o tento do Paranoá. Dois minutos depois, foi a vez de Charles aproveitar o ótimo cruzamento de Reis e quase abrir placar para a Cobra Sucuri.

Jogando bem no campo de ataque, o Paranoá quase se complicou na defesa. Aos 32’, zagueiro Lúcio recuou mal para Bismark. Betinho, que estava esperto, se antecipou ao goleiro e tocou por cima do gol, mas não conseguiu balançar as redes. Quatro minutos depois, a zaga falhou na cobertura pelo lado esquerdo, e o Ceilandense descolou um cruzamento na medida. O baixinho Mirandinha se infiltrou na defesa e testou firme. A bola ainda bateu na trave antes de morrer no fundo do gol.

O placar de 1 x 0 parecia o suficiente para a equipe da casa. O time voltou para o segundo tempo com uma postura defensiva e praticamente abdicou do ataque. As mudanças feitas por Gustavo Lott, como Rodrigo Menezes no lugar de William, contribuíram para a queda de rendimento em campo.

O Paranoá soube aproveitar o momento ruim do adversário em campo e foi para cima em busca do empate. Aos 13’, Wisman driblou toda a defesa, entrou na área e cruzou pra trás. O cruzamento achou o lateral João Magalhães, que tocou para Klysman acertar um belo chute no cantinho. O goleiro Léo teve trabalho para defender. Os visitantes reclamaram muito, alegando que a bola teria ultrapassado a linha da trave.

Aos 16’, Charles colocou Dougão na cara do gol. O camisa 10 do Paranoá tirou demais do goleiro, e a bola saiu rente a trave. A pressão logo resultou em gol. Após cobrança de escanteio, Dedé derrubou Eduardo dentro da área. Ademário Neves apontou a marca da cal confirmando a penalidade. Klysman foi para a cobrança e empatou a partida, aos 28 minutos da segunda etapa. 1 x 1 no placar.

O Ceilandense pouco ameaçava. O único chute a gol saiu aos 32’. Mas o arremate saiu fraco. Mesmo depois de obter a vantagem numérica em campo após a expulsão de Wilker, o Dragão não conseguia encaixar as jogadas no campo de ataque, e o placar de 1 x 1 prevaleceu até o apito final.

O próximo compromisso do Ceilandense pela Segundinha será contra o CFZ, no próximo domingo (15), às 10h30, no Abadião. O Paranoá volta a campo diante do Brasília, também no domingo, às 15h30, no estádio JK.

FICHA TÉCNICA

CEILANDESE 1  x 1 PARANOÁ

Campeonato Candango 2ª Divisão 2019 – terceira rodada

Estádio Abadião – DF – 08/09/2019, às 10h30

Público: 139

Renda: R$ 295,00

Árbitro: Ademário Neves

A1: Kleber Alves

A2: Matheus Felipe

4º árbitro: Alysson Zilse

CEILANDENSE

Léo; Andrezinho, Wallace, Dede, e Kabrine;  Pipoca (Negueba), Dadinho e Wiliam (Rodrigo Menezes); Marquinhos (Clécio),  Mirandinha e Betinho

Técnico: Gustavo Lott

Gols: Mirandinha (35’- 1º T)

Cartões amarelos: Pipoca e Andrezinho

Cartão vermelho: não houve

PARANOÁ

Biasmak; João Magalhães, Lúcio, Eduardo e Fabricio; Helinho, Reis (Kilbert) e Dogão (Wilker); Charles, Wisman (Patrick) e Klysman

Técnico: Vandinho 

Gol: Klysman (28’ – 2º T)

Cartões amarelos: Charles, Lúcio, Wilker e Wisman

Cartão vermelho: Wilker

André Gomes

Um apaixonado por esportes (com um carinho especial por futebol, basquete, surf e skate). Defende a ideia de que, por questões éticas, todo jornalista deve revelar o time que torce.

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